Édipo.

18:00


Devoro-me em sorrisos ao lembrar da tua dita frase que achava-me complicado e utópico, quando na verdade, acho o mesmo de ti. Devoro-me em bons pensamentos ao lembrar dos mistérios que lhe envolvem, e mesmo estando tão próximo, não os pude desvendar. Devoro-me, também, na esperança; ao imaginar um futuro onde a razão de existência que sinto hoje permaneça. Ao criar para cada gesto e cada forma que tu faz, um sentimento e uma conotação diferente, devoro-me. Ao lembrar de nossas conversas, que silenciosamente sempre me diziam como Édipo: Decifra-me ou devoro-te. 

Elcimar Reis. 

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