Opinião sobre a 3° temporada de Orphan Black.

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Novamente escrevo-lhes sobre as grandes façanhas de Tatiana Maslany em atuar bem. A terceira temporada de Orphan Black não foi diferente das duas primeiras; novas histórias, novos personagens e principalmente, novos mistérios. 
Tatiana Maslany, na minha opinião, possui a melhor representação dramática da história da T.V atual. Não consigo imaginar outra atriz que seja tão versátil quanto. Na terceira temporada, conhecemos novos sentimentos de Helena, torcemos por Sarah, para que consiga proteger Kira, rimos junto com Alison, e sofremos com o drama de Cosima; mas principalmente conhecemos uma nova Rachel, envolta em sentimentos que não vimos em temporadas anteriores. Sentimos pena, sentimos ódio, sentimos uma oposição irrealista acometida por apenas uma cena, um olhar que Maslany nos mostre. 
Na terceira temporada começamos a entender as divisões de LEDA e CASTOR, e já no início as perguntas deixadas no final da segunda temporada são rapidamente respondidas. Quem são os clones masculinos? O que eles querem? 
Volto a repetir que Orphan Black é uma das melhores séries da atualidade e merece reconhecimento, então assista! 

Caso ainda não conheça nada sobre a série, leia esta postagem do Acesso Permitido, e a sinopse logo abaixo: 

Depois de presenciar o suicídio de uma mulher (que é exatamente como ela) em uma estação de trem, Sarah Manning (Tatiana Maslany) faz o que qualquer um faria: assume a identidade da suicida para tentar resolver os próprios problemas financeiros. Mas logo ela descobre que está no centro de um mistério que vai mudar sua vida, quando se vê cara a cara com mais três mulheres idênticas a ela. Todas são clones, e precisam salvar as próprias peles enquanto tentam descobrir quem são os responsáveis pelos experimentos genéticos.
Elcimar Reis. 

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