Imagino-te.

11:18

chronophobia.

Demasiadamente acharias que lhe ter ao imaginar-te, de fato, estranho seria? 
Lembro-me quando meus passos não seguiam sentido algum, quando o que à mim aparecia, assim o era, e nada mais. Lembro-me e rio; não quero viver tal mundo novamente; afinal, quem, depois de encontrar um sentido, um caminho, um ideal, e uma inspiração para viver, decidiria entrar na trilha oposta e destruí-se na escuridão de um caminho que não existe? Ninguém. 
Todos sonham com um olhar, que esteja do teu lado e seja capaz de curar ou amenizar qualquer sofrimento. Amar, nada mais é do que tal. Mas sinto medo. Medo do tempo, medo das condições, do que não conheço; mas lembro-me do teu olhar, do teu sorriso e simplesmente dou-me por satisfeito aos braços da felicidade. Continuas achando que lhe ter sempre na imaginação é tão estranho assim?

Elcimar Reis.

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